Milimétrica é a festa de hoje na Fosfobox



Damien Hirst, o artista vivo cujas obras são as mais caras do mercado hoje, está desenhando uma linha de jeans. Hirst está desenvolvendo uma linha de calças Levi’s 501 pretas, bordadas com cristais, seguindo a tendência de sua obra de maior custo de execução, For the Love of God, que consiste numa caveira humana encrustada com centenas de brilhantes. A coleção chama-se Warhol Factory X Levi’s Damien Hirst.
O jeans será lançado durante a próxima New York Fashion Week, em setembro, em desfile na Gagosian gallery de Chelsea. A coleção, em versões feminina e masculina, será colocada à venda em janeiro.
Lançada em 2006, a grife Warhol Factory X Levi’s é produzida a partir de um licenciamento da fundação Andy Warhol Foundation for Visual Arts, pagando um tributo à arte pop. A Levi’s por sua vez está no mercado das calças jeans desde 1873.

O filme que está causando no momento nos Estados Unidos, o independente da hora, é Rocket Science. O filme recebeu o prêmio de melhor direção dramática no Sundance Film Festival deste ano e agora estreou nos cinemas americanos. Inspirado em sua própria adolescência Jeffrey Blitz, autor e diretor do filme, explora o mundo dos times de debates nas escolas secundárias americanas. A história se desenvolve em torno do jovem Hal Hafner (Reece Thompson), um garoto complicado cujos problemas de gagueira vivem atrapalhando sua vida. Ele se apaixona por uma estrela dessa cena de debates competitivos. O relacionamento com ela o faz tentar sua própria sorte no mundo das palestras. O filme foi realmente ovacionado em Sundance e agora parece estar fazendo o mesmo sucesso nos cinemas.

Aconteceu em Peterborough, interior da Inglaterra, segundo o site da BBC. Um homem que vestia uma camiseta com dizeres considerados ofensivos, recebeu uma advertência de um policial de que seria multado em 80 libras se fosse visto usando a camiseta novamente. O slogan da camiseta dizia: “Não me aborreça! Já não tenho mais lugar onde colocar os corpos.” (“Don’t piss me off! I’m running out of places to hide the bodies.”)
O motorista David Pratt foi advertido por policiais quando esperava um ônibus, ao lado de sua mulher. Os oficiais do Peterbourough City Council o alertaram que, segundo o Public Order Act que vigora na cidade, sua camiseta poderia causar ofensa ou violência e linguagem que insulta é uma ofensa, mesmo que seja impressa.
A camiseta infame foi comprada pela esposa de David em Venice Beach, na California. David disse aos jornalistas da BBC que não irá usar mais a camiseta, pois está pedindo cidadania inglesa e o ocorrido pode atrapalhar o processo.

Tem novo clube despontando no Rio de Janeiro. Ele se chama 69 (?), é do povo do boteco chic Devassa e fica na Prudente de Moraes com Farme de Amoedo, no segundo andar do Devassa de Ipanema. Diz que as noites vão ter perfil específico. Uma delas vai ser de rock, com o homem das novas tendências, JR Mahr. Ele vai destilar o que há de mais interessante na seara roqueira atual e vai chamar convidados. Ponto pra casa, lógico, afinal as festas de rock são as mais legais hoje em dia, e dos poucos lugares onde se vê uma galera que sabe se expressar visualmente. E falando em JR Mahr: no último sábado ele comemorou, ao lado do parceiro DJ Cobra, o aniversário de um ano da festa StereoZero. O convidado especial foi o DJ Magal. O 00 lotou, como tem lotado todas as semanas nessa festa. No próximo dia 1º de setembro a StereoZero recebe a DJ francesa Míssil. No set hiper variado da DJ a salada vai de Coldcut e Orishas a Gang of Four e Carl Craig.

E este sábado tem mais uma edição da festa Moo, no espetacular espaço das Casas Franklin, no centro. Esta edição traz recorde de convidados internacionais. Os ingressos já estão à venda (clique aqui para informações). Leia abaixo as credenciais (informações enviadas pelos organizadores da festa) dos convidados da Moo do dia 25, que tocam ao lado dos DJs residentes Diogo Reis e Eduardo Christoph.
“Jon Gaiser cresceu em Grand Rapids, Michigan, e passou grande parte de sua adolescência tocando bateria em bandas punk e freqüentando gigs em Detroit. Aos 14 anos assistiu Richie Hawtin tocando pela primeira vez. Desde então passou a colecionar drum machines, sintetizadores e pedais de efeito, até mudar-se de vez para Detroit. Hoje, Gaiser é parte da família M_nus. Sua música é guiada por padrões percussivos com linhas melódicas e sutis. Ouça a faixa “Seepage” .
Heartthrob (Jesse Siminski), também nasceu e cresceu em Michigan e hoje é também uma das estrelas em ascenção do techno mundial. Não é apenas o seu ouvido para “riffs” matadores, mas também a sua habilidade em incutir drama e humor em suas músicas, que o tornam um produtor e performer tão talentoso. Heartthrob coleciona hits que toca em suas apresentações contagiantes. O destaque principal é, sem dúvida, a abertura da coletânea min2MAX. Ouça a música “Baby Kate” .
O canadense Konrad Black (Todd Shillington), produz, toca e se apresenta ao vivo há 10 anos. Depois de seu primeiro lançamento, Todd passou a produzir sons mais minimalistas sob a inluência de nomes como o lendário produtor de techno Maurizio e do selo Klang. Em 2004, Konrad Black formou o prestigiado selo Wagon Repair com o seu conterrâneo Mathew Jonson. Ouça o hit “Medusa Smile” , que já esteve no “top ten” de formadores de opinião da cena como Ricardo Villalobos, Richie Hawtin, Steve Bug e Tiga.”

E enquanto o Glória em São Paulo não reabre, a festa Alelux rola em locais inusitados. Diz que a de sexta agora vai acontecer num lugar bem bafo, com a presença dos residentes, Alexandre Herchcovitch e Johnny Luxo, e os convidados Mau Mau e Edu Corelli. Na porta a impagável Marcelona. O lugar é segredo, mas eu já sei onde vai ser, e não vou dizer. Aliás, falando em Edu Corelli, ele esteve no Rio no último fim de semana e tocou na festa da fotógrafa Mari Stockler. Arrasou! No sábado esteve no Dama de Ferro, que não conhecia e amou. Cariocas, preparem-se: em breve Edu Corelli trará sua seleção hiper eclética para as pistas da cidade.